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Cardiologia - Curitiba, PR

O parecer que libera sua cirurgia com segurança e evita susto na hora da anestesia.

Exames cardiológicos - Avaliação de risco para cirurgias em Curitiba

Avaliação de Risco Cardíaco para Cirurgias - o pré-operatório do coração

Primeiro parágrafo expandido: Quem procura por avaliação de risco cardíaco para cirurgias, parecer cardiológico pré-operatório e liberação para cirurgia é porque o cirurgião ou o anestesista pediu e você ficou com medo de não ser liberado.

É normal esse medo. Quase toda cirurgia hoje, mesmo as mais simples como vesícula, hérnia, joelho ou plástica, pede avaliação do coração antes. Principalmente se você tem mais de 40 anos, pressão alta, diabetes, já teve infarto, marca-passo ou falta de ar.

Essa avaliação não é só um papel. Ela serve para responder uma coisa bem direta: seu coração aguenta bem a cirurgia e a anestesia que você vai fazer? Se o risco for alto, a gente ajusta remédio, pede mais um exame e evita complicação dentro do centro cirúrgico.

Aqui a gente faz essa avaliação completa no mesmo dia. Você passa em consulta com cardiologista, faz eletrocardiograma e ecocardiograma na hora e já sai com o laudo de risco cirúrgico para entregar ao seu cirurgião.

O que é avaliação de risco cardíaco para cirurgia?

É a consulta pré-operatória onde o cardiologista calcula a chance de ter infarto, arritmia, insuficiência cardíaca ou AVC durante ou logo depois da cirurgia. Ele não avalia só o coração isolado, avalia você inteiro.

A gente olha seu histórico, sintomas como dor no peito, cansaço e palpitação, pressão arterial, diabetes, rim, pulmão, que remédios você usa, se fuma e qual cirurgia vai fazer. Uma cirurgia de catarata tem um risco, uma de abdômen aberto tem outro totalmente diferente. O laudo deixa isso claro por escrito.

Quem precisa fazer o parecer cardiológico pré-operatório?

Precisa fazer quem tem mais de 40 anos e vai fazer qualquer cirurgia com anestesia geral ou raquidiana, quem tem pressão alta, diabetes, colesterol alto, obesidade, asma, problema de tireoide, rim ou pulmão e quem já teve infarto, angioplastia com stent, ponte de safena, AVC, arritmia ou trombose.

Também é obrigatório para quem usa anticoagulante, tem sopro cardíaco, marca-passo, falta de ar para subir escada ou dor no peito no esforço e para cirurgias consideradas de médio e grande porte como ortopédicas, bariátrica, vascular, de coluna, de próstata e plásticas longas. Sem esse parecer o hospital nem interna.

Como é feita a avaliação e quais exames entram?

Primeiro é a conversa. O cardiologista pergunta sobre sintomas, internações anteriores, alergias, remédios e se você faz atividade física. Depois mede pressão, frequência, ausculta coração e pulmão e já faz o eletrocardiograma com laudo na hora.

Na maioria dos casos pedimos o ecocardiograma junto porque ele mostra se o coração está forte, se tem válvula com problema e se a fração de ejeção está boa. Quando precisa, completamos com exames de sangue, MAPA, Holter ou teste ergométrico. Tudo isso serve para classificar seu risco em baixo, intermediário ou alto.

No final você recebe o documento com classificação ASA, índice de risco cardíaco revisado (RCRI), quais remédios manter e quais suspender e se está liberado ou não para cirurgia. Esse papel é o que o anestesista mais olha.

O que pode impedir ou adiar uma cirurgia?

O que mais faz adiar é pressão muito alta no dia, arritmia nova, dor no peito recente, falta de ar descompensada, anemia importante ou exame que mostra risco muito alto e precisa tratar antes. Isso não é para te assustar, é para te proteger.

Às vezes só precisamos ajustar remédio da pressão, controlar glicemia, corrigir potássio ou trocar anticoagulante por heparina alguns dias antes. Quando o caso é mais grave, indicamos cateterismo ou tratamento do coração antes da cirurgia que você queria fazer.

Quanto tempo antes devo fazer a avaliação de risco cirúrgico?

O ideal é fazer com 15 a 30 dias de antecedência da cirurgia. Assim dá tempo de corrigir alguma coisa sem perder a data. Se deixar para 2 dias antes e aparecer algo, você perde a vaga do centro cirúrgico e tem que remarcar tudo.

O laudo tem validade curta. Se sua cirurgia atrasar mais de 3 meses ou se você internar ou mudar de sintoma nesse intervalo, tem que repetir a avaliação. Traga no dia todos os exames antigos, lista de remédios e nome e telefone do seu cirurgião.

Qual o preparo para fazer a avaliação?

Não precisa jejum para a consulta e para o eletro e o eco. Se for colher sangue junto, aí sim precisa de 8 horas de jejum. Venha com roupa confortável, não passe creme no peito, traga óculos se usar para ler e não suspenda nenhum remédio por conta própria, principalmente anticoagulante e remédio de pressão. Quem suspende sem orientação pode ter AVC ou crise hipertensiva.

FAQ - Perguntas sobre a Avaliação de Risco Cardíaco para Cirurgias

Em geral o risco cirúrgico vale de 6 meses a 1 ano se você não mudar de sintoma. O eletrocardiograma tem validade menor, de 2 meses. Se você internar, tiver infarto, COVID grave ou a cirurgia atrasar mais de 3 meses, precisa repetir.

Nunca suspenda por conta própria. Anticoagulante como Xarelto, Eliquis e Marevan e antiagregante como AAS e clopidogrel são suspensos 3 a 7 dias antes dependendo do risco de sangramento. Remédio de pressão geralmente mantém, só ajusta no dia. O cardiologista escreve no laudo o que suspender..

É a classificação ASA que o anestesista usa. Grau 1 é pessoa saudável, grau 2 tem doença leve controlada como pressão alta, grau 3 tem doença grave mas controlada como diabetes e infarto antigo, grau 4 tem doença grave descompensada. Quanto maior o grau, maior o risco de complicação.

Pode. Se o risco for alto, a cirurgia é adiada para tratar antes. Você não é reprovado para sempre. A gente corrige pressão, anemia, ajusta remédio, pede cateterismo se precisa e depois libera. O laudo vai dizer o que precisa ser feito para liberar com segurança.

Pode, mas precisa de cuidado extra. Quem colocou stent há menos de 12 meses, principalmente farmacológico, tem risco maior de trombose se suspender antiagregante. Quem tem marca-passo precisa avisar para o anestesista não usar bisturi elétrico perto. Tudo isso fica descrito no parecer.

Tem. Idade acima de 70 anos já entra como fator de risco no cálculo. Mas não é a idade sozinha que reprova. O que pesa mais é a capacidade funcional. Idoso que sobe um lance de escada sem parar e faz suas coisas sozinho tem risco muito menor que um jovem de 50 anos com coração fraco.

Sim, a maioria dos convênios cobre consulta com cardiologista, ECG e ecocardiograma para risco cirúrgico com pedido do cirurgião. No SUS também faz, mas a fila costuma demorar. No particular você faz tudo no mesmo dia e já sai com o laudo.

O teste de esforço é um dos principais exames cardiológicos para avaliar o desempenho do coração durante a atividade física, identificar alterações precocemente e prevenir doenças cardiovasculares.

Cada caso é avaliado de forma individual pelo médico cardiologista, que indicará a técnica, exames, procedimentos mais adequados de acordo com as características do coração, sintomas e fatores de risco de cada paciente, sempre priorizando a segurança, a eficácia e os melhores resultados para a saúde vascular.